domingo, 23 de fevereiro de 2014

Qual carne é mais saudável: porco, frango ou vaca?

Tiramos um raio X das carnes para você escolher a melhor opção entre frango, boi e porco. Veja as propriedades de cada uma delas, a mais e a menos calórica...

No Brasil, o uso de hormônio na pecuária não é permitido
Foto: SXC

Os antibióticos usados no frango fazem mal à saúde?


Alguns pesquisadores afirmam que, para acelerar o crescimento das aves e o tempo propício para o abate, são utilizados muitos antibióticos no frango e, ainda, que essas substâncias fariam mal à saúde do homem.
"Realmente, consumir carne de frango com altas doses de hormônio em excesso pode alterar o metabolismo das mulheres, pois a sobrecarga de hormônios acelera o metabolismo. Essa problemática pode desregular a menstruação e fazer com que a mulher perca massa muscular. Algumas pessoas ainda têm pressão alta e problemas cardíacos muito cedo por conta do excesso de hormônios", explica a nutricionista Viviane Corrêa do Nascimento.
"Porém, segundo a Embrapa(Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o uso de hormônios na pecuária não é permitido no Brasil. Além disso, a administração desse tipo de hormônio seria altamente dispendiosa para os produtores", expõe a nutricionista Tatiana Barão.
Ainda de acordo com Tatiana, os produtores afirmam que antibióticos podem até ser utilizados, mas que esses animais tratados são submetidos a um período de retirada desses produtos antes do abate.
"Os produtores explicam também que outros tipos de compostos inócuos, legalmente autorizados pelos órgãos de fiscalização governamental, são utilizados para melhorar a produção de frango para corte, mas que o rápido e maior crescimento das aves em geral é justificado pelas melhorias nas áreas de nutrição, sanidade, manejo e ambiência, associadas à seleção genética para ganho de peso", esclarece.

Quando o boi vai para o abate, são liberados hormônios prejudiciais ao homem que ficam na carne que ingerimos?

Os grandes produtores se preocupam com a forma mais adequada de abate, pois o estresse
do animal pode comprometer a qualidade da carne e o faturamento do produtor
Foto: SXC

"De fato, os animais sofrem estresse pré-abate liberam hormônios, como catecolaminas e cortisol", afirma a nutricionista da Naturalis. Porém, segundo ela, apenas se o manejo pré-abate for inadequado é que a liberação desses hormônios será suficiente para prejudicar a qualidade da carne.
"Por conta deste comprometimento da qualidade, é improvável que um grande produtor não procure reduzir o estresse pré-abate, pois causa prejuízos à qualidade do seu produtoe, consequentemente, ao seu faturamento", expõe Tatiana.
Desta forma, os grandes produtores aplicam técnicas adequadas para reduzir o estresse do animal no pré-abate e agilizar o processo, evitando a liberação dos hormônios e o gasto dos estoques de energia.
"Quanto aos efeitos desses hormônios, não há estudos científicos em relação a isso", finaliza a nutricionista.
fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/

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